Passou o tempo em que a publicidade se restringia a anúncios simples, sejam impressos ou em vídeos. Estamos em uma nova época, na era das inovações, e devemos agradecer muito por vivermos esse momento, pois assim podemos usar ainda mais a criatividade e tirar coisas do papel que antes eram impossíveis de serem executadas.
Claro que devemos fazer isso usando o bom senso e assim tornar o anúncio mais atraente, provocante e que de maneira alguma passará despercebido. Um ótimo exemplo disso são as projeções em prédios, técnica que está sendo muito utilizada em outros países. Os vídeos abaixo mostram duas ações que de tão boas, atraíram milhares de pessoas de uma só vez, e que provavelmente alcançaram os resultados desejados.
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terça-feira, 15 de junho de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Mexa-se também
A Grey Paris nos mostra como sair do padrão, de uma maneira engraçada e inovadora: os peixinhos ganham vida na empresa de congelados Findus. O que muitas vezes passa batido prendeu a atenção de muitos.
Um outdoor totalmente chamativo que faz tanto adultos como crianças rirem e tirarem fotos, e mais importante, passar adiante. Nada de alltype, imagem apelativa, apenas o bom humor para divulgar os congelados. Se todas as agências tivessem ideias como essa ou ao menos mudassem o padrão, seria uma boa. Fora do comum e totalmente interessante, um cardume que canta e dança em um outdoor atraindo o olhar de muitos. Sem contar com a música que se torna dançante tanto para os peixes quanto pra quem vê.
Um outdoor totalmente chamativo que faz tanto adultos como crianças rirem e tirarem fotos, e mais importante, passar adiante. Nada de alltype, imagem apelativa, apenas o bom humor para divulgar os congelados. Se todas as agências tivessem ideias como essa ou ao menos mudassem o padrão, seria uma boa. Fora do comum e totalmente interessante, um cardume que canta e dança em um outdoor atraindo o olhar de muitos. Sem contar com a música que se torna dançante tanto para os peixes quanto pra quem vê.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Dá?
Muitos universitários, no início de suas trajetórias na área da publicidade, possuem várias dúvidas em relação ao mercado, a famosa “Era do Dá”. Baseando-se nesse mote, o publicitário Cibar Ruiz esclareceu várias questões levantadas por futuros profissionais: “Dá para arranjar estágio?”, “Dá para sobreviver com propaganda?”, entre outras. Para todos os questionamentos, a resposta de Cibar é uma só: “Dá, dá, dá.”.
Com mais de trinta anos de experiência e tendo passado por agências do exterior e pelas principais agências do Brasil, Cibar pôde falar com propriedade que na publicidade tudo “dá”, desde que você tenha foco no desenvolvimento de uma boa ideia. Essa ideia deve ser capaz de despertar sentimentos e surpreender pela criatividade.
Com diversos exemplos, ele demonstrou que uma grande ideia não precisa necessariamente de uma grande verba para ser concretizada. Isso acaba sendo um desafio que impulsiona o profissional a arranjar uma solução que saia do padrão para conseguir o retorno pretendido. Um exemplo bem sucedido foi o lançamento do novo Sentra, da Nissan. Com uma verba menor que a da concorrência a agência criou o grupo fictício The Uncles, que conseguiu uma grande repercussão na mídia. Veja o vídeo da campanha aqui.
Outra dica interessante dada pelo publicitário é a de que os profissionais devem ser interessados por assuntos além da própria publicidade para que possam ter um repertório amplo no momento da criação, dica importante já que veio de alguém que acumula inúmeros prêmios nacionais e internacionais, dentre eles o de Cannes, Londres e New York.
E a principal resposta para a pergunta “Dá, dá, dá?” é “Do, do, do” (fazer, fazer, fazer), pois apenas com muita prática é possível alcançar um nível que seja competitivo no mercado.
Dicas:Vale muito ler o livro sorteado na palestra "Além da Disrupção - Mudando as Regras do Mercado". E novamente escutar o hit "Será Que É Pra Mim", da consagrada campanha "Não tem cara de tiozão".
segunda-feira, 15 de março de 2010
O estágio de tróia
Você começa a faculdade, passa o primeiro ano digerindo inúmeras informações e, na maioria das vezes, não consegue absorver tudo que é passado nesse início como futuro publicitário, o que é naturalmente compreensível. Afinal, você escolheu uma profissão que possui inúmeras áreas de atuação.
Então vem o segundo ano e as escolhas ficam mais claras. Alguns estudantes já conseguem definir que área seguir e, com isso, vem a busca pelo primeiro estágio. O objetivo é basicamente o mesmo: vivenciar na prática, no dia a dia, o que é aplicado na teoria.
Você acabou de montar seu primeiro portfólio e nem acredita quando lê: "Agência Odisseu procura estagiário para direção de arte. Enviar currículo e portfólio para ehumacilada@agenciaodisseu.com.br". É a vaga dos sonhos para quem está começando! Você rapidamente abre o browser e digita "www.agenciaodisseu.com.br" para conhecer um pouco da agência e... Opa! "Página não encontrada"? Bom, você manda o e-mail. Horas depois chega a resposta agendando a entrevista. Você conhece a agência e conversa com um dos donos. A vaga aparentemente parece uma boa. Agora, é só aguardar.
Sim, você foi escolhido! É seu primeiro dia na agência e você está ansioso pra conhecer o diretor de arte com quem vai trabalhar e... Opa! "Não tem diretor de arte? Como assim EU vou ser o diretor de arte?!".
Esse tipo de situação, infelizmente, acontece muito com quem está começando no mercado. São as famosas "eugências" que desconsideram o pilar principal da nossa profissão: a ética. Dando a um estudante as responsabilidades de um profissional. Obviamente, a remuneração será a de estagiário e, na maioria das vezes, sem registro. Mesmo existindo a "Lei do Estágio", nº 11.788/08, vigorada em 2008.
Depois das agências universitárias, as agências regionais são geralmente a primeira porta para o mercado. Claro, alguns já conseguem logo de cara um estágio na "Mecca da publicidade brasileira": São Paulo. Mas não se iluda: existem muitas "eugências" por lá, também. Então, antes de entrar em um estágio, conheça onde você está pisando. Conheça as agências sérias, peça orientação para os professores e vá à luta!
Dica:Leia o "Manual do Estagiário" e "As mortas da Perestroika" antes de correr atrás de um estágio.
sábado, 9 de janeiro de 2010
As mortas da Perestroika e Havaianas sem Photoshop
2010 chegou e ainda estamos de férias, mas não poderíamos deixar de postar agora esses dois assuntos.
O primeiro é o eBook gratuito lançado pelo pessoal da Perestroika, uma escola de atividades criativas em Porto Alegre. Escrito pelo publicitário Tiago Mattos, um dos sócios, "As mortas da Perestroika" fala sobre o dia-a-dia da profissão, como montar um portfólio, o que rola dentro da agência, mudança de emprego, dilemas profissionais, além de opiniões de outros profissionais, cases e outros temas relacionados. Ideal para estudantes, iniciantes e para aos que ainda estão decidindo se ingressam ou não na profissão. O download é gratuito e não tem desculpa, é só clicar aqui e aproveitar a leitura nas férias.O outro assunto é o buzz criado com o making of da campanha de verão de Havaianas. Criada pela AlmapBBDO e realizada sem o uso do Photoshop. Como o próprio Marcello Serpa postou no twitter "Já que o uso do Photoshop está sendo tão criticado, resolvemos fazer uma campanha sem ele". Dá uma olhada e de sua opinião.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Publicidade: você dá para a coisa?
A maioria das pessoas fica indecisa quando vai escolher a profissão que vai exercer. Na publicidade essa dúvida aumenta já que a formação abre um leque de opções de atuação: direção de arte, redação, mídia, planejamento, atendimento, RTVC, ufa! E outros campos estão surgindo especialmente ligados à internet. Muitos jovens publicitários, quando estão em busca de estágio, principalmente na área de criação, levam um banho de água fria de diretores de arte, redatores e diretores de criação das agências que dizem coisas do tipo: “Você é bom, mas não tenho vaga pra você; Olha vou ser franco. Desista, você não é bom nisso”.
Grandes publicitários passaram por isso no passado e não será conosco, a futura geração, que será diferente, portanto não desanime. Tenha na cabeça que a única profissão em que é preciso “dar para a coisa” é outra, não a de publicitário. Ninguém nasce predestinado a nada, a pessoa não vem ao mundo com uma etiqueta dizendo o que vai ser, ou se vai ter talento ou não. Talento, aliás, não se tem simplesmente por ter, ele é desenvolvido. Vou dizer uma frase que é meio clichê, mas é a pura verdade: “A vida é de quem faz”. Publicidade não é arte nem ciência, ela é uma técnica e pode ser aprendida por quem queira. Se você quer trabalhar, por exemplo, com criação, esteja disposto a estar sempre atualizado, ler, praticar, trabalhar duro e ter muito prazer no que faz. Requisitos, aliás, que são primordiais para quem quer ser bem sucedido em qualquer área.
Por isso, se você é apaixonado por uma área da publicidade, vá em frente e mostre seu potencial. E quando você chegar lá na frente e alguém lhe falar: “Ah, pra você é fácil fazer esse trabalho, nasceu para isso, você tem talento.”, diga a essa pessoa como foi o caminho percorrido, fale como desenvolver o talento, atitude que tive como referência lendo o livro Criação sem Pistolão, do grande publicitário Carlos Domingos, redator, diretor de criação e sócio da agência age.
Sucesso a todos!
Dicas:
O Livro Criação sem Pistolão está disponível na Biblioteca da Unisanta.
E Carlos Domingos está no Twitter @domingoscarlos.O Livro Criação sem Pistolão está disponível na Biblioteca da Unisanta.
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