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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Essa desceu quadrado



É comum para nós reconhecermos a Skol como ”A cerveja que desce redondo”. Graças a esse slogan de posicionamento, que foi lançado em 1997, a Skol vem sendo preferência nacional e líder de mercado quase invicta. Mas isso não é bem assim fora do Brasil.

Em alguns países como o Peru, “A Cerveja que desce redondo” não é a Skol, mas sim a Brahma, a nossa “Número 1”, ou como é conhecida atualmente, a “Guerreira”. Parece que a AmBev resolveu reciclar o slogan da Skol para promover a Brahma em outros países, como mostra esse comercial da Brahma no Peru.



E parece que reciclar, desta vez, não foi uma boa escolha, pois a falta de criatividade (e investimento) foi logo descoberta pelos internautas e curiosos que estavam, como eu, acostumados com os comerciais incessantes promovidos pela AmBev sobre a “Skol – A cerveja que desce redondo’’ aqui no Brasil.

Então, será que, simplesmente porque a fórmula deu certo em alguns países com a Skol, podemos reutilizar a mesma em outros países, para as outras marcas da rede também darem certo mundo afora?



Não deveria funcionar assim, ainda mais com uma marca como a “Brahma’’, que sempre investiu em posicionamento e em satisfazer seu público. Desta mesma maneira chegou até a mudar o nome da marca para “Brahvia” em países da America Central, como a Guatemala, onde a pronúncia de “Brahma” se confunde com algo como “cadela no cio”.

Um marketing que se preocupa com detalhes como esse deveria também se preocupar com suas campanhas e a autenticidade delas. Não concorda?

Cuidado com as entrelinhas



A nova campanha do Fox acaba de entrar no ar e, embora seja ótima, já tenho uma preocupação: o tempo de veiculação dela. O enredo das peças baseia-se em maneiras de se enganar as pessoas chamando a atenção para outro assunto, no caso, o novo Fox.
São três vídeos criativos que vendem muito bem a proposta, mas que podem ser prejudicados por causa das histórias e da escolha de alguns personagens como o casal de idosos e o médico. Os problemas como traição, morte do pássaro e negligência médica ficam subentendidos nos comerciais. Isso pode gerar reclamações de associações ou de pessoas super conservadoras e fazer com que o Conar tire os filmes do ar, como aconteceu no caso das Havaianas.







Trabalhar com propaganda é complicado por essa razão, nós nunca sabemos quando irá aparecer um “ofendido” e acabar com o nosso projeto. Mas enfim, se acontecer isso não será a primeira vez e nem a última, e assim como foi no caso das Havaianas, espero que a AlmapBBDO, a agência criadora das duas campanhas, tire de letra e saia por cima. É esperar para ver as cenas dos próximos capítulos.
E você o que acha sobre o assunto? Deixe a sua opinião.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

De volta aos anos 80



Há alguns dias fui surpreendido com o novo filme da W/Brasil feito para a escola de idiomas Wizard. O comercial tem todas as características de clássicos da propaganda nacional, para falar a verdade em alguns momentos recordei o comercial “O primeiro Valisére a gente nunca esquece”, também da W, e que é lembrado até os dias de hoje. A linguagem utilizada, a trilha sonora e o apelo emocional poderiam fazer do filme “Pedido” da Wizard um novo marco, mas não é isso que tem acontecido. A propaganda que tem como slogan “Você bilíngue” tem levantado opiniões controversas. É um daqueles típicos casos de ame ou odeie.



Meu objetivo não é criticar a campanha feita pela agência de Washington Olivetto e sim levantar a discussão. E como todos nós temos livre arbítrio, vou dar a minha opinião. A proposta não funciona por uma razão óbvia: o mercado mudou. Hoje tudo está mais dinâmico e o filme não retrata uma realidade do mundo moderno. E mais, fico me perguntado se uma propaganda feita com características infantis irá atingir a maior parte do público da empresa que são jovens e adultos. Outra preocupação é se o slogan foi bem escolhido, já que no mundo competitivo em que vivemos ser apenas bilíngue é motivo de exclusão no mercado. Se a ideia vai suprir as necessidades da Wizard, só o tempo irá responder.



E você o que achou do filme? Deixe a sua opinião.

Lixo Eletrônico



Um problema que a nossa sociedade tem nos centros urbanos é o acumulo de lixo, materiais como vidro, plástico, papel, entre outros. Um tipo peculiar de lixo que vem se acumulando é o lixo eletrônico, uma categoria que poucas pessoas têm conhecimento. Este tipo de material requer uma atenção especial, pois é um lixo que pode não só prejudicar o meio ambiente, mas a saúde das pessoas, por sua composição conter metais altamente tóxicos e poluentes.

Criar uma campanha de conscientização foi o desafio passado pelos Professores Paulo Valiengo e Beto Oliveira, na matéria do 3º ano “Agência Laboratório”. Uma das campanhas criadas foi a “eletronicamente correto” pelos alunos do grupo “DOIS.P”. A campanha mostra que não se deve misturar o lixo eletrônico com lixo orgânico.

O cartaz da campanha usa como conceito o jogo dos 7 erros, pois faz com que o publico procure o erro no anúncio. A mensagem da campanha se dá pela frase “o maior erro foi você não perceber que orgânicos e eletrônicos são lixos. E o lugar de jogá-los é diferente.”, mostrando o descaso das pessoas para o problema.



A campanha ainda possui um blog que contem dados e informações relacionados ao assunto, juntamente com um perfil no twitter para que pessoas interessadas no assunto possam se comunicar e interagir seguindo a causa. Existe também um e-mail onde é possível tirar dúvidas sobre o assunto.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dá raiva de tão bom #06 - Intel



Para quem ainda não viu, veja. Para quem já viu, veja novamente. A campanha “Intel – Sponsors of Tomorrow”, algo como “Intel – Patrocinadores do Amanhã”, muito bem bolada pela estadunidense Venables Bell & Partners, nada mais é do que uma série de comerciais que comparam situações do nosso cotidiano às dos trabalhadores da empresa, num bom humor de dar inveja.

Our big ideas aren't like your big ideas.
(Nossas grandes ideias não são como as suas.)



Our co-workers aren't like your co-workers.
(Nossos colaboradores não são como os seus.)



Our doodles aren't like your doodles.
(Nossos rabiscos não são como os seus.)



Our jokes aren't like your jokes.
(Nossas piadas não são como as suas.)



Our parties aren't like your parties.
(Nossas festas não são como as suas.)



Our perks aren't like your perks.
(Nossos benefícios não são como os seus.)



Our team players aren't like your team players.
(Nossos cooperadores não são como os seus.)



Vale destacar o carro-chefe da campanha, o filme que trata o co-criador do USB como um rock star, mostrando que os ídolos da Intel não são como os nossos ídolos.

Our rock stars aren't like your rock stars.
(Nossos ídolos não são como os seus.)